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“Escolher o repertório de cada CD é sempre um momento difícil. Como primeiro passo deste parto, eu sempre costumo entrar em estúdio, voz e violão, e gravar as “candidatas”. A dificuldade é maior porque eu tenho que conjugar as canções recentes com algumas antigas, uma demanda reprimida de músicas que fiz no período entre o fim do Compartimento e a gravação do meu primeiro CD. Neste disco # 2 eu usei muitas canções da lavra anos 90,a começar por Bira, a Lenda de Irajá e Nego Besta. Eu gosto muito do tom verde-amarelo, brazuca mesmo, que o produtor Bruno Migliari deu aos arranjos, valorizados pelo violão de Bernardo Bosísio – que soube reproduzir e melhorar os meus dedilhados ao instrumento sem deixar a alma da música se perder – e do percussionista Marcelo Costa, que deu um show de profissionalismo e simpatia no estúdio Fubá, mais uma vez a casa desta produção.”

 
   
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