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Anos 80: show na Funabem, com voz e violão, para menores infratores: meninos, meninas e pequenos transexuais. Compartimento tinha “acabado de acabar”. Show foi filmado em VHS. Mas roubaram a fita na mesma noite. Disseram que foi ordem de um dos garotos presos, que deu entrevista diante da câmera e se arrependeu.
Festival da Puc. A música era: “20 e dois séculos em Dois Milênios”, parceria minha com Maurício Stycer. Na voz, Braz (esq.), que cantara em “Projetos e Projéteis”, peça de teatro que Claudio musicou. Na guitarra, Alexandre, seu professor na Pró-Arte.
Detalhe do show no festival da Puc, na Metrópolis, em São Conrado. Violão Di Giorgio.
Primeira vez num estúdio de gravação, com a banda Compartimento Surpresa. Quem dá pra ver: Julinho (de laranja), o tecladista Paulo Sauer (que dirigiu), a irmã Rô (vocal), Marcelo do Rio (baixo) e Fernando Busum (guitarra Gibson). Embaixo: o técnico de som, Djones e Alex de Soul (teclados). Gravação (Dois) foi digitalizada e masterizada em single que saiu em 2007 em edição limitadíssima.
       
Algo por volta de 1981, 82. Festivais de colégios na Zona Sul do Rio. A banda tem China (violão Yamaha, novidade na época), os irmãos de CH, Rô e Mauro, e um cavaquinho contratado. Era uma samba: Papai-Noel.
No mesmo festival, Djones canta solo outra canção: Paixão.
Compartimento Surpresa, grupo revelação num evento da Prefeitura no teatro João Caetano. Banda recebe o troféu das mãos de Elke Maravilha, jurada do programa do Chacrinha. Beethoven (batera), CH, Rô, do Rio e Busum.
Foto de divulgação do Compartimento Supresa feita no Parque Lage. By Suely Mesquita, bem antes do sucesso como cantora.
       


 
   
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