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“Depois que acabou o Compartimento, lá por 1987, comecei a fazer alguns shows sozinho, tipo banquinho-voz-violão, estudei em alguma escolas e com alguns professores e formei, claro, duas ou três bandas que não passaram do terceiro ensaio. Continuava também a compor – sempre, e muito. Somente em 2001 entraria em estúdio, obra de Alex de Soul, que tocava no Compartimento e virara tecladista e produtor do Lulu Santos, com quem dividia a sociedade em um estúdio, o Fubá. Foi ele quem botou pilha para que eu produzisse um CD com minhas canções. Primeiro me fez gravar umas 20 canções com voz e violão. Depois, marcou uma noite lá no estúdio da Rua Dois de Dezembro, no Flamengo, e mandou que eu levasse o violão. Quando cheguei, os músicos já me aguardavam, dois deles da banda do Lulu. Mordaça foi a minha canção de núpcias! Foi nesta noite também que conheci Fabiano Araújo, que viria a assumir a produção do CD, me apresentando aos irmãos Nogara (baixo e teclado), Botinha e cia. limitada. A gravação de CH foi um curso intensivo de produção e gravação Lancei "CH" em 2002, independente, mas logo recebia o convite pra fazer um contrato de relançamento e distribuição com o selo Seven-SonyMusic. Fechamos um acordo, que incluía a inclusão de uma 13ª canção: Uma Mulher, versão que fiz para Just Like a Woman, de Bob Dylan. E, com o apoio da Sony, foi rápido conseguir a autorização do escritório do Dylan nos Estados Unidos. Um orgulho e tanto que tenho na minha história com a música.”

 
   
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